de novo amor,
de novo loucura.

Oh santa ignorância!
Oh santa imperícia!
Santo desconhecimento, descontentamento, aborrecimento.
Oh bem aventurado povo infeliz!
Desafortunadas almas contentes,
regressai as tuas casas e amai uns aos outros!
De toda a graça adquirida, de toda graça desejada, de toda graça alcançada!
Amai uns aos outros, oh almas dissolutas!
O tempo corre, o sangue corre, o ódio corre e arde...
Mas pare!
Pare e amai uns aos outros!
E quando a cegueira das noites corromper ainda mais teus pensamentos...
Lembre-se!
E amai uns aos outros!
De todo o teu pobre e rico coração.
De todo o teu pobre e rico coração.
...

Vírgulas, pontos finais ou reticências?Qual deles devo usar?Qual deles é o mais apropriado para ser utilzado? Vírgulas, usar esse tipo de caminho é se tornar esperançosa: dar uma pausa e ter certeza de que vai continuar. Pontos finais, já ao contrário das vírgulas, se estes fossem inteiramente bons não tinham no nome a palavra 'final' e sim se chamariam: pontos iniciais. Não, nenhuma esperança. Mas agora as reticências... Ah! Estas fazem tanta parte da minha história. Uma história inacabada, cortada pela metade, sem ideias para continuar. Então eu invento reticências. E se essa eu quiser continuar? Nunca tentei nada sem reticências. Não me dou bem com vírgulas, nunca sei a hora certa de dar uma pausa. Talvez seja agora. Talvez seja tarde. E pontos finais? Não sei dar finais a nada, e se dou um final para isso e me arrependo depois? Já se sabe porque prefiro as reticências, não são porque são isso ou aquilo. Elas apenas são tudo aquilo que não quero dizer, tudo aquilo reprimido e escondido. Reprimido aqui dentro. Sem ponto final, nem fim.
Assinar:
Postagens (Atom)


